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BITCOIN, SERá O FUTURO DA ECONOMIA MUNDIAL?

Alguns economistas estão hesitantes sobre o assunto e há quem trate a moeda com a apreensão de quem está diante de uma bolha financeira capaz de estourar a qualquer momento.

Para quem não está familiarizado com a situação, lembre-se do que aconteceu com o setor imobiliário nos Estados Unidos há cerca de alguns anos.

Mesmo assim, a valorização indiscutível da moeda virtual, chamada Bitcoin gera entusiasmo de diversos setores, e no Brasil, isso não é diferente.

Os economistas mais otimistas acreditam que em pouco tempo (cerca de cinco ou dez anos) os Bitcoins podem representar uma compra segura e mais estável que o ouro, por exemplo. Mas afinal, você sabe o que é o Bitcoin?

O Bitcoin surgiu por volta de 2009, mas então, a moeda valia apenas alguns centavos e poucas pessoas se inclinaram sobre o assunto. De modo que o crescimento surreal dessa moeda, foi quase inesperado e hoje se trata do tema mais levantado entre os economistas de todos os setores.

A corrida da mineração de Bitcoin

Você sabe como os Bitcoins são gerados?


Através da resolução de códigos alfanuméricos extremamente complicados. Pois é, para se tornar um minerador de Bitcoin basta apenas possuir um computador potente o suficiente para resolver os códigos propostos pela base. O grande obstáculo é que os desafios mudam a cada dez minutos, e caso o seu computador não tenha tido tempo de resolver os problemas propostos, um novo desafio é lançado e é preciso recomeçar do zero.

Os mineradores que obtiverem sucesso, recebem moedas de Bitcoins e registram as operações que ocorreram, num enorme banco de dados chamado “Block Chain”. Dessa forma todas as operações ficam listadas o que garante a segurança da moeda e faz do Block Chain uma base impossível de ser raqueada.

O que o Bitcoin trouxe de novo?

É comum ouvir o Bitcoin se trata de uma moeda como qualquer outra, mas na verdade o Bitcoin é muito mais do que isso. A moeda digital está sendo encarada como uma porta para a economia do futuro, principalmente por causa do formato livre como é gerida.

Ora, não apenas o Bitcoin, mas muitas outras moedas que representam valores no mundo virtual estão ganhando espaço, a principal diferença do Bitcoin, no entanto, é o fato de não se tratar de uma posse de nenhuma instituição de grande porte. Apesar disso, a moeda tem se mantido em crescimento exponencial e constante, e as previsões, apesar de não muito confiáveis, são de alta progressiva.

Pois é, esse dinheiro inovador e virtual, já se valorizou mais de 500% só em 2017 e é a maior sensação do momento, tendo inclusive despertado o interesse de quem quer mergulhar de cabeça num negócio com potencial de lucros rápidos.

Cuidados com propostas malucas.

As pessoas estão criando inúmeras maneiras de lucrar com o Bitcoin e algumas delas não são muito seguras. A verdade é que os Bitcoins representam um índice de valorização quase insano e a pressa de lucrar com essa moeda, tem feito as pessoas apelarem para soluções já conhecidas dos brasileiros. E assim, propostas curiosas como esquemas de pirâmides, vêm ganhando espaço nas redes e seduzindo um número cada vez maior de desavisados.

Esses esquemas prometem a mineração simplificada, ou a compra de Bitcoins em “promoção” e há até quem prometa altos ganhos com base no investimento da moeda comum, em conjunto com diferentes usuários.

Fuja dessas situações. Esquemas de pirâmide só são lucrativos para quem chegar primeiro, e ainda assim pode representar fraude e danos. Quanto às promoções de Bitcoins e outras apostas do gênero, deve-se dizer que no mínimo, elas são bastante suspeitas.

Como o Bitcoin pode ser bom para o futuro?

A grande sacada desse crédito virtual, é colocar a disposição do público, uma moeda que é gerida pelo próprio público, e que pode portanto, ser transacionada sem burocracias nem cobranças de taxas e de maneira muito mais rápida.

Por exemplo, uma transferência para alguém no exterior levaria menos de alguns segundos e sem a necessidade de câmbio ou taxas. Imagine esse modelo aplicado ás moedas no futuro? Além da economia financeira, o alcance das pequenas empresas que desejasse fazer vendas para fora dos seus países seria igual aos das grandes potências do mercado.

O lado negro do Bitcoin

E como alguma coisa com a liberdade e segurança do Bitcoin pode representar algum tipo de risco?

Bem, o Bitcoin trata-se de um valor abstrato, isto é, é um dinheiro digital em forma de algoritmo, o que significa que para possuir um Bitcoin, o usuário não precisa necessariamente declarar as suas informações pessoais ou bancárias.

Isso pode parecer um ponto positivo, afinal, nem o governo, nem as instituições bancárias poderiam ter acesso a informações relacionadas aos proprietários de determinada carteira de Bitcoin. Por outro lado, a privacidade que o Bitcoin garante, pode ser usada para o mercado negro, principalmente por se tratar de um dinheiro não gerido por nenhum governo ou instituição, não tributado com extremo potencial para ser utilizado em transações escusas.

Como dito anteriormente, o funcionamento do Bitcoin é descentralizado o que significa que ele não é organizado por um país, empresa ou organização de qualquer natureza. Isso não quer dizer que não haja auditores e funcionários dedicados a fiscalizar a segurança das transações realizadas com Bitcoin.

Talvez o mais curioso sobre essa moeda, seja que as equipes desses auditores responsáveis por sua gestão e geração, são formadas por pessoas comuns, que ganham em Bitcoin para cada operação realizada.

Por exemplo: Para realizar uma compra com Bitcoin, quem valida as transações de compra e venda são pessoas físicas e não as seguradores ou instituições bancárias, como acontece com as moedas comuns.

8 Informações curiosas sobre o Bitcoin

Mas além da valorização súbita e da insegurança quanto ao próprio futuro, o bitcoin também oferece algumas curiosidades bastante interessantes . Vamos a elas:

  • O nome de Satoshi Nakamoto foi citado como sendo o criador do Bitcoin, mas hoje há uma dúvida sobre isso, e há quem diga que Satoshi Nakamoto na verdade se trata somente de um pseudônimo criado pelo grupo de empresários japoneses para criação da moeda.
  • Hoje um Bitcoin vale cerca de 35 mil reais.
  • Bitcoin não pode ser considerado um investimento seguro, pois a sua oscilação é impossível de prever.
  • Os Bitcoins podem ser baixados e guardados em um pen drive.
  • O governo japonês aceita o Bitcoin como forma de pagamento formal.
  • Na China, o uso de Bitcoin é proibido.
  • A conta do suposto Satoshi Nakamoto permanece parada, e estima-se que acumula um valor de até vinte bilhões de dólares. O que faria de Nakamoto, ou do grupo que o representa, uma das quarenta instituições mais ricas do mundo.
  • Apesar do grande interesse do público sobre o assunto, no Brasil, o Bitcoin ainda não serve para nada. (As instituições ainda não aceitam a moeda.

Qual o legado do Bitcoin?

O curioso é que mesmo que o Bitcoin deixe de ser a moeda digital com o maior potencial de crescimento, o legado de uma economia mais livre permanecerá, aliado a políticas de investimento mais versáteis e criativas.







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